Festival

O que começou como Mostra Internacional de Música em Olinda há 10 anos, estabeleceu-se como o Festival MIMO, um dos mais importantes do Brasil, que oferece ao público música instrumental de todos os continentes - desde a clássica, passando pelo jazz, a música eletrônica e a música popular. Os concertos, que atraem pessoas de várias gerações, acontecem em cidades que preservam bens e valores históricos do Brasil.

Apresenta programação cuidadosamente preparada, com concertos gratuitos de importantes artistas da cena mundial. São atrações que muitas vezes estão fora do alcance do grande público, algumas até desconhecidas dos brasileiros. O festival traz o que há de melhor no panorama musical contemporâneo, como aconteceu em 2013 com o americano Herbie Hancock, o grupo português Madredeus, o francês Richard Galliano, os shows antológicos de Gilberto Gil, João Bosco e Jards Macalé, o balanço da música black de BNegão, o pop do coletivo francês Nouvelle Vague e a excelência de mestres como o jordaniano Tareq Al Nasser, o franco-libanês Ibrahim Maalouf e o alemão Stephan Micus.

Desde que surgiu, em 2004, foi apresentado para mais de 630 mil espectadores, realizou 240 concertos, exibiu 120 filmes e beneficiou 16.500 alunos em sua Etapa Educativa. Já passaram pelo MIMO artistas como Nelson Freire, Philip Glass, Hamilton de Holanda, McCoy Tiner, Egberto Gismonti, Gotan Project, Sonia Rubinsky, Tom Zé, Buena Vista Social Club Stars, Wagner Tiso, Chucho Valdés, Gonzalo Rubalcaba, Duo Assad, Azymuth, Arnaldo Baptista, Guinga, Hermeto Paschoal e algumas das principais orquestras do País.

A direção geral e artística é de Lu Araújo e a direção de negócios e marketing, de Luiz Calainho e Fernanda Cortez.