Ministério da cultura Bradesco
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Apresentação

 

O MIMO Festival surgiu em 2004, na cidade de Olinda (PE) com uma proposta inédita. A de realizar concertos gratuitos com o melhor da música instrumental, do Brasil e do mundo, no interior das igrejas do Centro Histórico da cidade Patrimônio Cultural da Humanidade.

Recebido calorosamente pelo público e pela crítica, o MIMO Festival enriqueceu a sua programação em 2005, acrescentando aos concertos e ao Festival MIMO de Cinema  (que exibe filmes inéditos no circuito comercial em que o tema central é a música) uma consistente Etapa Educativa. Assim foi consolidado o conceito do MIMO Festival: a junção de música, cinema, patrimônio e educação.

A consagração inicial aliada à originalidade do formato - que contempla diferentes plateias, gêneros e ritmos - deu fôlego ao evento e permitiu ao festival se expandir para os pátios das igrejas, teatros e praças públicas e, também, para outras cidades-patrimônio: inicialmente, Recife e João Pessoa e, mais tarde, Ouro Preto, Paraty e Tiradentes.

Ao longo de 11 anos, o MIMO Festival recebeu mais de 880 mil pessoas e se tornou um movimento cultural permanente. Divulga a música plural em seus canais digitais, realiza edições do Circuito MIMO pelo Brasil e lança editais de fomento cultural, como o Prêmio MIMO Instrumental, que revela jovens músicos de todo o País e os insere na programação oficial.

Em 2015, o MIMO amplia ainda mais o seu alcance e chega ao Rio de Janeiro, que celebra os 450 anos de sua fundação.

O MIMO é o ponto de contato entre você e a música do mundo!

Proposta Artística

 

Conectado aos mais importantes festivais e feiras de música internacionais, o MIMO Festival tem tanto orgulho em trazer os grandes nomes quanto em apresentar artistas dos quais você nunca ouviu falar.

Já passaram pelo MIMO Nelson Freire, Philip Glass, Hamilton de Holanda, McCoy Tyner, Egberto Gismonti, Gotan Project, Antonio Meneses, Tom Zé, Buena Vista Social Club Stars, Wagner Tiso, Chucho Valdés, Duo Assad, Gonzalo Rubalcaba, Azymuth, Arnaldo Baptista, Herbie Hancock, Guinga, Madredeus, Hermeto Paschoal, Richard Galliano, Gilberto Gil, Ibrahim Maalouf, João Bosco, Tareq Al Nasser, Jards Macalé, Bassekou Kouyate, BNegão, Nouvelle Vague, Stephan Micus, Chick Corea, Sean Kuti, entre muitos outros. Além disso recebeu importantes orquestras como Petrobras Sinfônica, Sinfônica do Recife, Sinfônica Heliópolis, Sinfônica de Barra Mansa, Solistas de Câmara da República Tcheca, Orquestra de Câmara de Toulouse e os Solistas de Câmara CHAARTS (Suíça).

Cinema

 

O Festival MIMO de Cinema é dedicado a obras em que a música é protagonista ou o fio condutor do roteiro. A programação contempla curtas, médias e longas-metragens dos gêneros ficção, animação e documentário nas mostras Panorama Brasil e Um Outro Olhar. Cada filme deve tratar, direta ou indiretamente, de um artista, um estilo, uma canção, um período, um show ou mesmo de um festival de música.

As sessões, inteiramente gratuitas, têm um charme a mais: os filmes são projetados em telões ao ar livre, nos pátios de igrejas seculares e também em cinemas históricos, mercados, centros culturais e cenários marcantes. Um edital de inscrições para a mostra Panorama é anualmente oferecido a filmes que se insiram no recorte do Festival e ainda não tenham sido lançados em circuito comercial.

Evento único neste formato e gênero no país, o Festival Mimo de Cinema já exibiu uma safra de importantes produções nacionais como "Tropicália", de Marcelo Machado, ‘Cauby – começaria tudo outra vez”, de Nelson Hoineff, "Faroeste Caboclo", dirigido por René Sampaio, "Jards", com direção de Eryk Rocha e o documentário "Olho Nu", dirigido por Joel Pizzini e estrelado por Ney Matogrosso, que marcou presença durante o festival.

Etapa educativa

 

O MIMO confere lugar de honra à Etapa Educativa: são workshops, máster classes, oficinas e palestras oferecidas gratuitamente aos alunos inscritos e selecionados entre jovens músicos e educadores musicais. Ministradas pelos mesmos artistas que compõem a programação do Festival, as atividades potencializam questões técnicas, expressão artística, enriquecimento de repertório, improvisação e composição musical, métodos atualizados de educação através da música e condução da carreira. Um ponto de contato entre a nova geração com artistas que já construíram carreiras sólidas e de projeção internacional.

Chuva de poesia

 

Papéis coloridos jogados das torres das igrejas seculares colorem os céus das cidades a cada edição do MIMO, levando impressa neles uma seleção de poemas dos mais destacados escritores brasileiros. A curadoria vincula os escritores escolhidos aos temas oferecidos no Fórum de Ideias, consolidando uma ligação conceitual que permeia todas as atividades oferecidas pelo MIMO.

PRÊMIO MIMO INSTRUMENTAL

 

Bem sucedido em sua primeira edição, o Prêmio MIMO Instrumental se firmou como mais uma das importantes realizações do MIMO Festival, que tem entre suas missões, revelar para um público amplo os talentos da música instrumental.

O objetivo do prêmio é valorizar jovens artistas de todo o país, incentivando a inovação nos campos da composição, técnica e estética musicais. Os solistas ou grupos selecionados terão assim a oportunidade de se apresentar na programação oficial do MIMO Festival nos cenários históricos de Paraty, Rio de Janeiro e Olinda.

Esta premiação reafirma o conceito e compromisso do MIMO Festival, que busca sempre estimular novos olhares sobre a música.

Podem se inscrever intérpretes solistas ou grupos de instrumentistas formados por até 5 (cinco) pessoas, com trabalhos autorais ou não, nas categorias de música de câmara ou popular. A seleção será feita por uma comissão especialmente formada que levará em conta os critérios de originalidade, técnica e inovação estética.

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